NOVA XAVANTINA

Vereador dá calote em advogado e põe em risco colegas em ação de investigação eleitoral

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O Ministério Publico Eleitoral de Nova Xavantina entrou com uma Ação de Investigação Eleitoral, pedindo entre outras penalidades, a cassação dos diplomas dos vereadores eleitos: Fernando Nicanor de Sousa – Fernandinho (PSD), Edilson Francisco Caetano (PSD), Paulo César Trindade – Cezinha (PTB), João Machado Neto- João Bang (PSB) e Luismar Bernardes da Silva (PSD).

Segundo informações extraoficiais, uma audiência que seria realizada nesta segunda-feira (29), poderá ser cancelada por falta de intimação do advogado de defesa Welton Magnone. Segundo o advogado, o mesmo não foi intimado e não poderá comparecer, uma vez que não tem conhecimento dos despachos da juíza.

Em sua página de Facebook, o advogado de acusação, Wande Diniz, atribui ao cartório eleitoral pelo erro da falta de intimação. “Não vai ter a audiência hoje, por erro do cartório eleitoral, o advogado de defesa não foi intimado.”, comentou.

Hoje seria a audiência de instrução e julgamento no Processo Eleitoral contra a Coligação Unidade Democrática II, para oitiva das testemunhas de acusação e defesa, onde os vereadores João Bang, Fernandinho, Luismar, Cezinha e Edilson Caetano poderão perder o mandato.

Os cinco vereadores contrataram o advogado Welton Magnone, onde, segundo informações oficiais, o mesmo teria parcelado o valor da causa com os cinco vereadores. Ocorre que apenas Cezinha, João Bang, Edilson Caetano e Luismar pagaram no dia 20, ficando um vereador com o saldo devedor.

O advogado procurou o presidente da câmara João Bang, onde o mesmo assegurou que caso o vereador não honre seus compromissos com o advogado, o mesmo irá fazer uma reunião com os vereadores para achar uma solução e quitar a dívida do vereador junto ao advogado da ação.

Caso sejam cassados os diplomas dos vereadores supracitados, podem assumir como vereadores os seguintes suplentes: Anilton Moura (DEM), Benedito Bueno Fernandes – Ditinho (PSDB), Manoel José da Silva – Branquinho (PR) , Carla Santini (DEM) e Edemundo Aparecido (PSDB).

Entenda o caso

Segundo o Ministério Público Eleitoral, a Coligação Unidade Democrática II, se beneficiou com candidaturas fictícias de mulheres para poder abrir vagas para candidatos homens, e com isso desequilibrou o pleito, na clara tentativa de burlar a Legislação Eleitoral.

Mas segundo a defesa de todos os candidatos da Coligação, não houve má fé e tão pouco tentativa de burlar a legislação. Ainda de acordo com a defesa, teve duas candidatas que desistiram de suas candidaturas; contudo, somente uma procurou a coordenação para resolver sua situação junto a justiça eleitoral o qual foi feito, a outra candidata por problemas de saúde, desistiu; no entanto, não procurou a coordenação para fazer o tramites legais. Desta forma a defesa acredita que tudo ocorreu na maior lisura e compromisso ético e dentro da legislação, sem qualquer má fé.

Eleição atípica

A eleição do ano de 2016 foi atípica, sendo considerada a campanha mais barata da história de Nova Xavantina. Na época, foi decidido junto com todos os candidatos, com a coordenação da campanha juntamente com o Ministério Público Eleitoral, que haveria apenas dois comícios, não teria comitê eleitoral, não haveria propaganda eleitoral na TV, nem carro de sons, bem como não poderia ter bandeiras e cabos eleitorais. Em suma a campanha teria que ser feito corpo a corpo.

ATUALIZADA ÀS 13 HORAS

O ADVOGADO WELTON MAGNONE ENTROU EM CONTATO COM O SITE NX1 AFIRMANDO QUE O VEREADOR O PROCUROU E QUITOU O SALDO DEVEDOR E QUE ELE PERMANECERÁ NA AÇÃO DEFENDENDO OS VEREADORES.

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