NOVA XAVANTINA

Em entrevista, Cebola revela como será sua gestão ‘Pulso Firme’

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Em entrevista exclusiva ao NX1, o prefeito de Nova Xavantina, João Batista Vaz, deixou claro como vai ser sua administração: Uma gestão focada no trabalho, seriedade, honestidade e compromisso com a população.

 Leia esta entrevista e fique por dentro de como será a gestão Cebola:

 

 NX1: A sua história de vida, homem público, ela é bastante interessante. O que te levou a ingressar na carreira política?

 

Cebola – Eu venho de uma família muito pobre, muito humilde. Nasci na cidade de Córrego do Ouro – GO. Em 1.973, ainda criança, na companhia dos meus Pais Angélica e Jonas (já falecidos), vim para Nova Xavantina que na época era um pequeno distrito de Barra do Garças. Estudei grande parte da minha vida na escola pública JK, aqui mesmo em Nova Xavantina. Iniciei minha militância política estudantil, em grêmios e grupos de jovens. Projetei minha vida pública no movimento estudantil secundarista, eu mesmo tracei minha vida pública, eu não vim de família rica, nem de família tradicional da política como muitos, eu mesmo é que trilhei sozinho com muita luta e sacrifício a minha vida publica. Concluí o 2º grau nos anos 80; Fui vereador, presidente da câmara. Depois, já casado com a dona Édina, tivemos um filho – Vinícius, em 2008 formei-me em direito pelas Faculdades Cathderal de Barra do Garças e comecei a advogar.

 

NX1: Você foi vereador. Eu gostaria de saber o seguinte: essa sua experiência parlamentar contribuiu pra sua gestão como administrador?

 

Cebola – Com certeza. Eu fui vereador, fui presidente da câmara fiz uma gestão assim muito parecida com a que estou fazendo agora, uma gestão democrática, muito participativa onde a população podia discutir e participar.

 

NX1: Você administra  um dos mais importantes município do Vale do Araguaia. Um município conhecido no estado pela religiosidade, turismo e misticismo; como é gerir uma cidade como a nossa?

 

Cebola – Administrar qualquer município na atualidade é um desafio muito grande; mas, governar um município que a gente ama, que a gente tem carinho, onde a gente praticamente nasceu, cresceu e viveu; dá um entusiasmo maior. Eu amo a minha cidade. Quero o bem dela, e isso faz com que eu tenha ânimo de trabalhar cerca de 20 horas por dia. E para ser um bom prefeito, preciso ser gestor e esquecer a individualidade e pensar na coletividade. Para ser um bom gestor tem que ser pulso firme.

 

NX1: Isso não contraria alguns interesses dos partidos que lhe apoiaram e te deram a candidatura única?

 

Cebola – Claro que sim, quando você administra a coisa pública é natural esse tipo de situação, mas é preciso fazer o enfrentamento com os próprios correligionários que me ajudou a chegar na prefeitura; por que , cada um quer uma coisa diferente.  Mas, a primeira coisa que um prefeito tem e deve fazer quando chega ao poder é colocar o interesse público acima de todas as coisas. Por isso reafirmo o meu compromisso de administrar para o coletivo e tenho certeza de que os partidos que me apoiaram também pensam assim.

 

NX1: Você já tinha essa visão quando você entrou na prefeitura ou você foi criando isso com o tempo, foi adquirindo essa experiência?

 

Cebola – Eu já entrei com essa visão. Como vice-prefeito do Gercino, aliado a outras experiências no legislativo municipal e na assembleia legislativa como assessor parlamentar, entendo que o prefeito para governar bem, tem que romper com os vícios, precisando, às vezes, ser “linha dura”; ser firme. Temos que administrar como se a Prefeitura fosse uma empresa privada e cumprindo a legislação vigente. Então, se o prefeito não tiver essa visão, não governa e não administra.

 

NX1: Diante de todos esse problemas que nós estamos passando, você fechou o ano com 4 milhões em caixa?

 

Cebola – 4 milhões em caixa. Por quê? Porque otimizamos os recursos e aplicamos com responsabilidade. Eu adotei um método de administrar que para realizar qualquer compra para prefeitura, tem que passar por mim. Ninguém compra um real sem eu saber. Eu quero saber o que vai comprar, pra onde vai, e onde vai ser usado. Estou de olho em tudo.

 

NX1: A gestão centralizada não atrasa o andamento dos trabalhos da prefeitura?

 

Cebola – Atrasa se o prefeito for um gestor que administra a prefeitura a distância.  Tenho procurado acompanhar a administração bem de perto. Eu levanto todos os dias as 05 horas da manhã e começo o meu dia andando pela cidade observando o que deverá ser feito e, as 06 horas estou no DMER, sou um dos primeiros a chegar lá. Acompanho tudo o que está acontecendo naquela pasta bem de perto, despacho com o secretário, autorizo as compras e assim faço também nas outras secretarias no decorrer do dia. Então não há por que dizer que a centralização atrasa os trabalhos. Se não centralizar, e ter o controle, não vai a lugar nenhum.

 

NX1: O senhor acha correto fazer isso? Acha que vai dar certo?

 

Cebola – É correto e está dando certo. O prefeito tem que ser o gerente, igual administrar uma empresa. Quem trabalha tem que ter horário para cumprir, se não trabalhar tem que ter o ponto cortado, tem que ter o desconto na folha no final do mês. Os secretários têm que ter limites. O secretário tem que despachar com o prefeito, o prefeito que tem que dizer onde gastar o dinheiro, ninguém tem autonomia de comprar um parafuso sem o meu consentimento, ninguém tem autorização, tem que sentar comigo, tem que despachar comigo, dai é que a gente vê as ações que serão feitas.

 

NX1: Você conseguirá colocar em prática seu plano de governo?

 

Cebola – Eu fico muito feliz, por que meu plano de governo foi objetivo: transformar Nova Xavantina. E acredito que estou no caminho certo. É obvio que em toda gestão tem as suas falhas por que nós somos humanos, não existe governo perfeito, perfeito só Deus; mas, existem governos que mais acertam do que erram; e, com toda humildade, nosso governo mais acertou do que errou. A gestão não é para o prefeito, é para o povo. Você tem que pensar no coletivo. Estamos no caminho certo. Eu quero e eu vou transformar nossa cidade.

 

NX1: Tem prefeito que diz que o dinheiro da prefeitura não dá pra nada. É assim mesmo?

 

Cebola – Não é bem assim. O dinheiro não é muito; mas dá para fazer muita coisa. Quando não dá, é por que o prefeito quer agradar na individualidade, muitas vezes, transformando a prefeitura em cabide de emprego. Tem cidade que cada secretário tem um celular bancado pela prefeitura. Aqui não tem isso. A prefeitura não tem dinheiro para bancar celular pra ninguém, nem pra mim!.

 

NX1: Prefeito Cebola, o senhor quer ficar registrado na história como o prefeito “punho de ferro”?

 

Cebola – Punho de ferro não, pulso firme, sim Não quero ser uma pessoa ruim e nem carrasco. Quero ser um gestor responsável. Graças a Deus, a grande  maioria dos funcionários da prefeitura estão de mãos dadas com o prefeito. Outros, são poucos é verdade, aos poucos vão se adequando ao novo modelo de gestão. A transformação começa de dentro da Prefeitura para fora, vamos avançar muito com o nosso município e deixar nossa cidade mais bonita e agradável com melhor qualidade de vida. Para isso, vamos precisar da colaboração do povo. Quem destrói o que a gente constrói não ama Nova Xavantina, pois “QUEM AMA, CUIDA”, finalizou Cebola.

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