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Polícia revela que médico estuprou paciente 50 segundos após marido deixar sala de parto

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A Polícia Civil concluiu, nesta terça-feira (19), a investigação sobre Giovanni Quintella Bezerra, preso após ser flagrado abusando sexualmente de uma grávida que estava em trabalho de parto, e indiciou o anestesista por estupro de vulnerável.

A apuração da Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, revelou que Giovanni começou o estupro 50 segundos após o marido da paciente ter deixado a sala de parto do Hospital da Mulher Heloneida Studart. O ato, de acordo com a polícia, durou cerca de nove minutos.

Ainda segundo as investigações, durante os 43 minutos do procedimento, o anestesista aplicou medicamentos de provável ação sedativa na vítima sete vezes.

A perícia realizada na gaze que foi utilizada pelo médico para limpar a mulher após o crime não atestou a presença de sêmen. No entanto, de acordo com o documento, não foi possível garantir a integridade da coleta, uma vez que o material já havia passado por diversos recipientes.

O documento foi elaborado com base nos termos de declaração de 19 testemunhas – incluindo policiais, membros do corpo técnico e médico do hospital –, da vítima e de seu marido, além do próprio acusado.

A polícia informou que o inquérito já foi encaminhado à Justiça. Além da vítima que foi filmada por profissionais da enfermagem, a Deam investiga os casos de outras cinco mulheres que foram atendidas por Giovanni e podem ter sido abusadas.

Os prontuários de ao menos 30 pacientes assistidas por ele em diferentes hospitais também foram solicitados pelos agentes para análise.

Na semana passada, o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) já havia denunciado o médico à Justiça por estupro de vulnerável com base no auto de prisão em flagrante. O juiz Luís Gustavo Vasques, da 2ª Vara Criminal de São João de Meriti, aceitou a denúncia e tornou o anestesista réu.

Giovanni está preso preventivamente em uma cela individual no presídio Pedrolino Werling de Oliveira (Bangu 8), no complexo de Gericinó, na zona oeste do Rio. Ele foi hostilizado por outros detentos durante sua chegada à cadeia.

O R7 ainda não localizou a defesa de Giovanni Quintella Bezerra.

Fonte: Araguaia Noticia

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