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Justiça mantém prisão de mulher que asfixiou a filha até a morte

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A Justiça manteve a prisão da bacharel em Direito Clelida Silva de Almeida, de 34 anos, acusada de matar a filha de apenas três anos na terça-feira (12) em Rondonópolis. A menina foi asfixiada durante um surto da mãe, que também tentou matar o filho de 15 anos.
 
Depois de passar pela audiência de custódia, na qual a prisão foi mantida, ela foi encaminhada para a Cadeia Pública Feminina da cidade. 
 
Por se tratar de um infanticídio, o caso corre em segredo de Justiça.

 

A tragédia familiar aconteceu na madrugada de terça-feira (12). A família conta que Clelida não tinha histórico de violência ou de transtornos psicológicos.
 
Entretanto, desde a última sexta-feira (8), ela vinha afirmando que estava sendo perseguida. A família então começou a desconfiar de uma possível esquizofrenia.
 
Clelida obstruiu a passagem da porta de seu quarto com um guarda-roupa e uma cama. Mas a mãe dela, sozinha, conseguiu abrir o cômodo depois de ouvir os gritos do neto, que pedia socorro.
 
Quando a porta foi aberta, a menina já estava morta. O irmão, por sua vez, tinha um ferimento no pescoço, provocado pela mãe, que usou caco de vidro para cortá-lo.
 
O corte do rapaz não foi profundo, e depois de receber alta ficou aos cuidados do pai.

 

 
Clelida foi descrita como uma mulher trabalhadora, que atualmente estagiava no Fórum da Cidade, e uma mãe amorosa.

Fonte: Araguaia Noticia

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