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Perícia descarta que menina de 1 ano, que morreu após afogamento, foi vítima de estupro

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G1 MT 
ARAGUAIA NOTÍCIA 

O laudo de necropsia da menina de 1 ano e 8 meses, que morreu logo após dar entrada em um hospital de Confresa, a 1.160 km de Cuiabá, com possíveis sinais de abuso sexual, apontou que a criança não foi estuprada. O documento foi encaminhado à delegacia nessa quarta-feira (15).

À época, a mãe, o pai e o tio foram detidos e eram investigados sobre o possível crime. Os pais da menina a levaram ao hospital afirmando que a filha teria se afogado em uma represa. Durante o atendimento médico, no entanto, a equipe fez a higienização da menina e encontrou sinais de estupro. Segundo os médicos, o órgão genital da vítima estava dilacerado.

A vítima morreu logo depois. O delegado responsável pela investigação do caso, Higo Rafael, afirmou que agora o crime está descartado. A perícia apontou que a criança morreu por desidratação.  “Em uma análise superficial no hospital, a perícia apontou o ato libidinoso, mas, analisando mais profundamente, descartou. Foi constatado pela perícia que a criança estava com disenteria e, em razão disso, tinha o vermelhidão”, disse.

Segundo o delegado, o caso está encerrado e os pais da menina foram autuados apenas por homicídio culposo – quando não há intenção de matar.

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