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‘São poucos segundos para raciocinar; agi pela técnica’, diz militar sobre pane em paraquedas

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Já imaginou passar por uma situação de quase morte estando em queda livre no ar? Isso aconteceu com o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, Heitor Fernandes da Luz, que passou por momentos de tensão após uma pane em seu paraquedas durante salto em treinamento realizado em São Paulo, na terça-feira (03).

Conforme o militar, o problema é raro. “Aconteceu uma pane no paraquedas. Quando eu ativei ele deve ter enrolado com o vento e eu fiquei rodando alguns segundos. A probabilidade é 1 em 1000, é bem raro, mas acontece”, explicou.

“Quando teve esse problema eu não consegui pensar em nada. Ali em cima são poucos segundos para raciocinar, só pensava em revolver. Agi pela técnica e consegui acionar o paraquedas reserva”, conta.

O militar diz ainda que são horas de treino antes de realizar o salto. “São 8 horas de aula teórica, prova teórica. Depois são várias aulas práticas no chão de como vai ser o salto. Quando nós vamos pro ar, já sabemos o que fazer”, explica.

Ainda segundo o tenente-coronel, o êxtase dos companheiros, se dá por ele ser ‘novo’ nos saltos.

“O pessoal ficou vibrando ali embaixo, pois era meu terceiro salto. Não sou paraquedista experiente. Os outros saltos foram em 2013, e agora esse. E consegui me sair bem em um imprevisto”, disse.

“A experiência de saltar é muito boa. Na hora da um frio na barriga, um medo para saltar, mas depois é muito bom. Uma sensação ótima no ar. É gostoso”, termina.

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