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Planetário da UFMT de Barra do Garças será reaberto dia 9 de Maio para suas atividades após Pandemia

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O planetário do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) de Barra do Garças vai retornar às suas atividades, após a pandemia de Covid-19, com possibilidade de visitação do público principalmente de estudantes, na segunda-feira, dia 9 de maio, com uma cerimônia prevista para às 19h30.

O prédio fica no bloco 1, logo na entrada do campus. E a administração do planetário está vinculado a um projeto de extensão com objetivo de fazer a integração com a comunidade. Vale ressaltar que o planetário surgiu das ideias geniosas do ex-pró-reitor do campus, professor José Pessoa, que foi o grande responsável pelo salto de qualidade do campus da UFMT no Araguaia. Todos se recordam que no passado, o campus da UFMT era apenas em Pontal do Araguaia e tinha só 4 cursos.

Mas Zé Pessoa, como era conhecido, teve a brilhante ideia de abrir o segundo campus da UFMT em Barra do Garças e com isso a universidade pulou de 4 para 16 cursos e hoje oferta em torno de 8 mil vagas para estudantes de várias regiões do país. E o planetário foi outra contribuição do José Pessoa, que mais uma vez, foi visionário e construiu um observatório, concretizando um sonho que era do ex-vereador Valdon Varjão, autor do projeto do discoporto.
 
Quando Varjão propôs o discoporto, ele reservou uma área de 5 hectares no alto da Serra Azul, para construir um observatório como esse da UFMT. Seria ótimo ter um observatório como este, no alto da serra ao lado do discoporto do Valdon Varjão. Porém lá no alto da serra, hoje tem apenas o discorporto do Valdon, que completará 27 anos em setembro deste ano.

De acordo com o projeto de Dionísio Carlos, o planetário da UFMT de Barra do Garças sugere uma nave espacial pousada no solo. Na cúpula, os planetas e estrelas são projetados, mostrando o céu de qualquer parte do mundo, tanto do passado como do futuro. Atuando como órgão de complementação de ensino e divulgação da astronomia e da cartografia, o Planetário oferece programas científicos e culturais à comunidade. 

O Planetário, inaugurado com o nome de Centro de vivência científico e cultural, destina-se a promover atividades de natureza científica, técnica, cultural, recreativa, de assistência à comunidade universitária e de extensão à comunidade local e regional, constituindo-se como um espaço institucional de integração com as comunidades acadêmica e geral.
 
As ações do Planetário são desenvolvidas na forma de atividades permanentes e atividades temporárias, que atendam a demandas tanto da comunidade acadêmica quanto da sociedade em geral. São desenvolvidas ações contínuas de caráter educativo, social, cultural, científico ou tecnológico, articulando projetos e outras ações existentes (cursos, eventos e produção acadêmica), de ensino, pesquisa e extensão, previstas pela Coordenação do Planetário.
 
Os públicos-alvo são: estudantes do ensino básico, técnico e superior e a comunidade em geral (crianças, adolescentes e adultos). Trechos do projeto arquitetônico elaborado na época por Dionísio Carlos e bem executado pela UFMT.
 

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